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A mostrar mensagens com a etiqueta Jogos lúdico-pedagógicos

Mala de construções

  O excesso de estímulos impede que a criança, na primeira infância, se conecte com aquilo que perceciona. Por isso a pedagogia Waldorf, por exemplo, defende os brinquedos feitos de materiais naturais e duradouros. Para que a criança os possa explorar em profundidade e criar vínculos,  enquanto se processa a organização sensorial e cognitiva. Devem também ser esteticamente apelativos, mas simples, com alguma abstração - para dar espaço à imaginação.

Prisma Gifts

  Estes prismas (cubos e prismas triangulares) são baseados num dos dons (gifts) do pedagogo Fröebel (1782-1852). Ele já defendia que a criança, desde bebé, ao brincar, explora a natureza, o conhecimento e a estética e vai adquirindo não só destrezas como conceitos fundamentais. Neste caso para além da motricidade fina, equilíbrio, concentração, praticam (experimentam, com o corpo, com o fazer) noções de simetria, todo-parte, vocabulário e conceitos de localização.. para não falar de outras aprendizagens se forem mediadas pelo adulto. Mas antes de mais, é permitir que brinquem livremente e construam (ou destruam) o que a vontade desejar!

Jogo do Burro - Jogos lúdico-pedagógicos

Numa tarde soalheira, depois do almoço, no meio daquela conversa que se demora entre os cafés,  a preguiça e a placidez, surge uma memória: "Aquelas tardes bem passadas no Alentejo, em que toda a família se entretinha a jogar o jogo do burro com malhas de metal ou moedas de 50 centavos". Velhos e novos trocavam histórias e anedotas enquanto disputavam os pontos dos jogo. Pois não era nem cedo nem tarde. Com a Oficina ali a uns metros, de uma tábua de sobra refizemos o jogo e com uns restos de ladrilhos que tínhamos à mão começamos a disputa.  Chamamos os pequenos a participar, que se entretiveram a experimentar (vá, demos meio metro de avanço), a contar os pontos e a servir de árbitro. Um ponto para o artesanal, zero para a tecnologia! Assim criamos o novo Jogo do Burro, que vêm na imagem. Aproveitámos a madeira, damos-lhe um toque pitoresco e assim se recupera um jogo tradicional! Como se joga: O suporte tem uma inclinação, para dificultar a afixação...

Prismas das Histórias - Jogos lúdico-pedagógicos

Este jogo é um festival de imaginação! São 5 cubos de madeira (com aproximadamente 2x2cm) - cada um tem 6 imagens, criadas por nós. Procuramos combinar imagens que se associem a personagens, lugares e objetos e que provocassem relações fora do comum, que escapem ao imaginário mais quotidiano. O objetivo do jogo é lançar os dados e, com as imagens que saem, criar uma história. A partir dos 2 anos:  Os pais/educadores podem utilizar esta ferramenta para contarem histórias aos mais pequenos. Assim têm sempre histórias novas para contar e as crianças têm a emoção de as ver ser criadas com o lançar dos dados (tarefa que podem assumir). À medida que a criança cresce, vai elaborando histórias cada vez mais complexas. O adulto pode ir estimulando nesse sentido, colocando perguntas que façam a criança desenvolver as relações estabelecidas ("como se conheciam? Como foram lá parar? o que fez ao objeto? que personalidade tem? O que sentiu?", etc.) Para educadores e professore...

Prisma Sonoro - Jogos lúdico-pedagógicos

O Prisma Sonoro é um jogo que dá para várias idades. É um conjunto de 20 peças, 10 pares de imagens iguais. A cada imagem está associado um som. Tivemos um gosto especial em pensar que imagens queríamos criar e que tipos sons diferentes conseguíamos suscitar. Para os mais novos (a partir dos 2 anos): Retira-se uma peça e faz-se o som que esta suscita. O outro jogador deve adivinhar que imagem tem. Para novos e graúdos: Viram-se todas as imagens para baixo, dispostas sobre a mesa. Vira-se uma à vez tentando encontrar o par. Só ficam virados para cima os pares que se vão descobrindo. Temos mais de 10 imagens diferentes, pelo que se pode encomendar o jogo base ou com mais peças.

Pedras de Equilíbrio - Jogos lúdico-pedagógicos

De entre os vários trabalhos que criamos, os Jogos Lúdico-pedagógicos têm, para nós, um sabor especial. Aliamos o amor à madeira com o interesse pela educação e pela diversão. As pedras de equilíbrio são, dos jogos, o que abrange um maior leque etário: Para os mais novos : desde cedo podem começar a usar estas peças para fazer pequenas criações livres, à semelhança dos nossos blocos de construção (que muitas gostam de misturar para criar as suas cidades artísticas). A partir dos 5 anos começam a tentar empilhá-las, tentando montar torres altas. Aqui, além da motricidade fina, começam a desenvolver a concentração, a persistência e a tolerância à frustração - competências tão importantes para a vida. Dos 8 aos 88:  Aqui começa o desafio do jogo. Pode ser jogado individualmente, tentando ver o número máximo de pedras que conseguem empilhar. Pode também ser jogado com vários intervenientes, de várias maneiras: - cada um coloca uma pedra à vez, como o jogo Jenga, perdendo quem ...